Conversar

BETA FECHADO · POR CONVITE

Moneya

Seu dinheiro. Sua visão. Seu futuro.

O Moneya organiza o seu dinheiro em volta das perguntas que você realmente faz.

O PROBLEMA

Todo app de finanças começa pedindo.

Todo app de finanças começa pedindo. Conecta o banco, cadastra as contas, classifica seis meses de extrato — e só depois, se você aguentar, aparece alguma leitura.

A maioria das pessoas desiste antes da leitura. Não por preguiça: porque passou uma hora alimentando um sistema que ainda não devolveu nada.

O PRODUTO

Quatro perguntas. Não mais que isso.

As perguntas de finanças pessoais são sempre as mesmas, e a navegação do Moneya é exatamente elas — não a estrutura contábil por trás.

01

Como estou?

Hoje

O mês em andamento, com o que ainda entra e o que ainda sai.

02

O que eu movimentei?

Lançamentos

Receitas, despesas e recorrências — três recortes da mesma lista, não três lugares.

03

Vou chegar lá?

Objetivos

Onde o dinheiro vira o que você quer que aconteça.

04

Onde dá pra melhorar?

Análise

Categorias, oportunidades de corte e o que cruza entre elas.

Mais um destino que não é pergunta, é cadastro, e por isso quase não se visita: Patrimônio.

A FILOSOFIA

Quatro regras que valem mais que qualquer lista de funcionalidades.

Elas existem porque cada uma nasceu de um erro que o próprio produto cometeu comigo antes de cometer com outra pessoa.

Ausência de dado nunca vira zero.

Se o app não sabe, ele diz que não sabe e mostra o que falta você contar. Não inventa uma média de seis meses vazios e recomenda em cima dela.

Todo número previsto diz de onde veio.

Histórico ou declarado. A projeção carrega a própria origem, porque um número sem procedência não sustenta decisão.

Todo total lista tudo que entrou nele.

Se a composição não cabe na tela, quem encolhe é o total. Quem confere e não fecha a conta perde a confiança na tela inteira.

Cor informa, não alarma.

Vermelho é veredito e veredito exige ciclo terminado. Um mês com receita ainda a receber não está negativo: está em andamento.

A EXPERIÊNCIA

O que é diferente na prática.

O diagnóstico vem antes do cadastro

O funil de entrada é público. Você responde sobre a sua situação, recebe um diagnóstico e uma projeção — e só então decide se quer criar conta. O valor chega antes do e-mail.

A navegação se adapta a você

Quem tem uma conta e nenhum cartão não responde seis vezes "não" sobre imóvel e previdência. A régua não é quantas telas: é se a tela tem o que perguntar.

A barra fala do app, não de você

"O Moneya enxerga 60%" e não "você completou 60%". Sem comemoração, sem cor de alerta. O app é que ainda não sabe o bastante.

A fatura do cartão entra inteira

O cartão costuma ser a maior parte do gasto e a menos detalhada. A importação concilia o arquivo do banco com o total da fatura e guarda os itens dentro dela, sem poluir os lançamentos.

O ZÉ NOTINHA

Tem um mascote, e ele sabe quando calar.

O mascote acompanha a mensagem; não é a mensagem. Ele aparece quando o Moneya fala e some quando é você quem fala. Nunca ao lado de um valor em reais — a camada narrativa e a numérica não se misturam. E nunca como decoração: se ele não tem uma função na peça, ele não entra.

Zé Notinha, mascote do Moneya
O seu parceiro financeiro de sempre.

O QUE VEM

Ainda não está pronto, e isso está dito.

O Moneya está em beta fechado por convite. Não há cobrança e não há promessa de data. O que existe hoje:

  • Cadastro guiado logo depois da criação da conta, moldado pelo que você já respondeu no funil.
  • Importação de fatura para os demais bancos, além dos formatos já lidos.
  • Abertura do beta, quando o convite deixar de ser necessário para aprender.
Entrar na fila do beta